quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Qual o nosso verdadeiro motivo?



Jesus estava expulsando um demônio que era mudo. Quando o demônio saiu, o mudo falou, e a multidão ficou admirada. Mas alguns deles disseram: “É por Belzebu, o príncipe dos demônios, que ele expulsa demônios”. Outros o punham à prova, pedindo-lhe um sinal do céu. Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: “Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e uma casa dividida contra si mesma cairá. Se Satanás está dividido contra si mesmo, como o seu reino pode subsistir? Digo isso porque vocês estão dizendo que expulso demônios por Belzebu." Lucas 11:14-18



Não foi o “ex-mudo”, muito menos o demônio expelido que acusou Jesus de operar milagres pelo poder de Satanás. 

Se tivessem falado, teriam testemunhado a glória de Jesus. 

Quem falou foram homens que viram Jesus realizando milagres que o povo admirava. 
O interesse daqueles homens não era nem a verdade nem a cura – era a atenção do povo. Foi por isso que eles reagiram. 

Quando nós reagimos contra algo, na igreja ou no ministério de um irmão, qual o nosso verdadeiro motivo? Como Jesus disse, uma casa dividida contra si cairá. Isso é verdade tanto em relação às obras do maligno, como às obras da luz. 

Quando Cristãos brigam, se dividem e estragam o trabalho de outros servos do Senhor, só há um resultado - um reino dividido. Jesus alertou contra falsos profetas e obras (Mt 7:15-16; 24:4-5). É preciso provar os espíritos (1 João 4:1). 

Mas, tomemos cuidado para que nosso combate seja contra o inimigo e não contra nossos irmãos e verdadeiros companheiros na guerra espiritual. E oremos para que nossos motivos no combate sejam sempre puros. 

Se um ou outro cresce ou se torna mais popular, pouco importa, desde que a glória seja para Jesus.
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