terça-feira, 29 de novembro de 2011

Ore com Fé e Determinação

“Tu, pois, ó SENHOR, Deus dos Exércitos, Deus de Israel, desperta para visitares todas as nações: não tenhas misericórdia de nenhum dos pérfidos que praticam a iniquidade” (Salmo 59.5).

É importante aprender como o próprio Deus Se intitula. Nesse versículo, por exemplo, vemos dois dos importantes títulos do Altíssimo. Como Deus dos Exércitos, Ele Se identifica como o Comandante das forças celestiais, as quais não atuam por si só, mas sob Sua orientação e presença, o que faz com que elas jamais sejam derrotadas em qualquer missão. Como Deus de Israel, nós O temos como o Cumpridor das promessas feitas a Abraão e seus descendentes – os judeus, pela carne, e nós, pela promessa (Gênesis 28.14).

A oração que surte efeito, obtém resposta e prevalece em qualquer situação é aquela feita ao Senhor dentro da revelação de quem Ele é. Logo, quem ora a Deus como o Comandante das forças celestiais, verdadeiramente, tem-nO como tal, bem como todo o poder divino operando em seu favor. Além disso, quando nos dirigimos ao Todo-Poderoso como o Deus de Israel, nós O temos como o Cumpridor das promessas feitas ao patriarca Abraão, que é tanto pai dos judeus, fisicamente, quanto nosso, espiritualmente falando.

A Igreja, de modo geral, não tem orado pela visitação divina às nações nas quais a luz do Evangelho ainda não brilhou. Entretanto, a pessoa que vive nessas regiões precisa muito das nossas súplicas, pois nasce, vive e morre sem ter conhecimento do que lhe foi feito por meio da morte e da ressurreição de Jesus. Infelizmente, o que impera nesses lugares é a mais densa treva, e os indivíduos que neles vivem pagam com a vida o simples fato de, por exemplo, mudarem de religião.

É verdade que os pérfidos – traidores, desleais e infiéis – andam por um caminho intransitável (Provérbios 13.15), e o salmista, inclusive, pediu que estes não fossem mais alvos das misericórdias divinas. No entanto, vivemos na Nova Aliança, na qual o Senhor não está destruindo ninguém, mas, sim, salvando. De fato, por vivermos depois do Calvário, hoje o Novo Testamento acrescenta a Deus o título de Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Então, precisamos  contemplar os perdidos com o olhar do Evangelho, pois foram incluídos na grande salvação realizada por Jesus, a menos que não queiram arrepender-se nem voltar para o Todo-Poderoso, porque, então, Deus não terá misericórdia deles. Se continuarem praticando a iniquidade, o destino deles será terrível.

Meu irmão, o melhor que podemos fazer nesta vida é sermos servos de Deus, pois, assim, o Altíssimo poderá usar-nos para o cumprimento dos Seus planos – uns no ministério, outros na vida empresarial ou em outras atividades. Quem tem juízo deve oferecer-se para ser servo do Senhor. No passado, fomos escravos da transgressão e, naquela condição, gemíamos debaixo das mãos do inimigo. Entretanto, agora, libertados do pecado, devemos apresentar-nos para servirmos ao Altíssimo (Romanos 6.22,23), tendo a santidade e os demais atributos divinos como o alvo maior da nossa vida!

Em Cristo, com amor,

R. R. Soares
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