segunda-feira, 11 de julho de 2011

Purificado e Preservado pelo Sangue Inocente

O sangue sempre fez mal àqueles que têm pecados a encobrir e um desejo rebelde a proteger, mas poucos imaginariam que se tornaria um caso de ofensa entre tantos nas igrejas.

O problema é que o sangue não apenas salva o arrependido, mas ataca e condena o hostil. O sangue jamais será popular entre os amantes da religião e os que popularizam a "divindade por meio da mais alta expressão humana e evolução social".
No final da década de 1800, muitas igrejas e teólogos respeitados dos "melhores seminários" chegaram à conclusão de que o sangue "não estava com nada" e que era o "evangelho social fácil, leve e untado de graça" que estava "com tudo". Então, a mensagem do "sangue" simplesmente ofendia os sentimentos de um número considerável de membros dos cultos na congregação.

A solução aceita foi trocar a mensagem desconhecida do sangue por mensagens mais agradáveis que enfocassem os aspectos mais positivos dos ensinamentos de Jesus. A cruz como um símbolo de bondade era aceitável para exposição nos altares das igrejas, contanto que ninguém trouxesse à tona os detalhes sanguinolentos da paixão do Senhor no Calvário.

Devemos ficar assustados com uma igreja sem Cristo, sem cruz e sem sangue. Esta seria a "igreja perfeita" para Satanás e que nada faria em favor de alguém que descendeu de Adão.
Quer seja considerado politicamente correto, socialmente aceitável ou um suicídio ministerial, deve existir um altar que seja símbolo da morte e do sacrifício cruento da carne, se quisermos salvação e poder.

A maioria de nós não quer morrer, mas a morte é necessária àqueles que querem viver. O Cordeiro ensangüentado não deixou espaço para discussões ou auto justificação: “E quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Quem acha a sua vida a perderá, e quem perde a sua vida por minha causa a encontrará” (Mt 10.38,39).
Parece que ficamos com medo de nos tornarmos muito "ensangüentados" não é mesmo?!

Ora, se há alguém na igreja que têm comentado: "Se pudermos tratar desta 'coisa de salvação' sem mencionar o sangue, se pudermos fazê-lo o mais indolor possível, seremos muito mais populares", saiba que isso não vem de Deus, e está completamente errado!

Lamento, mas não há como evitar o sangue.

Um abraço,

IIGD Piraquara
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